Porções narrativas, poéticas e reflexivas. |
500 mL de lembranças |
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Domingo, Janeiro 28, 2007 Trair ou ser traído, eis o tesão
Faz algum tempo que o prefeito de São Paulo decretou uma lei contra a poluição visual. Na tal atitude, muitos outdoors foram retirados, e com isso, divulgações de produtos não seriam veiculadas.
Há quem diga que seria lei anti-publicidade, mas surgiu uma nova possibilidade: lei pró-infidelidade.
Não se trata de um teste de visão, logo transcreverei o que está escrito ipsis literis:
Imaginem quantas traições ficarão impunes com essa lei. hehehehe
Toda vez que eu tenho preguiça de ir à academia, eu olho essa imagem, que me incentiva a puxar ferro ou encarar a esteira, que eu odeio.
Ju faz tudo e o marido não, ela pode muito bem trai-lo, já que ele não dá conta do gás dela. Nada mais digno e justo. hehehe
Aproveitando a deixa para dizer que meus músculos voltaram ao normal, sem dores e o treino passou a ser diversão em vez de dores. Vira e volta aparecem umas imagens divinas, que me desconcentram do treino, mas tudo bem.
Como diria um conhecido de treino, o "Perigoso", é tempo pra recompor o fôlego para pegar pesado logo após. hahahahaha
A corrida contra a balança continua, e já foram quatro quilos em três semanas de treino, com direito a sorvete de sobremesa e picanha de vez em sempre. (depois dessa, alguém vai me socar. hahahahahaha)
Comentário(s): Segunda-feira, Janeiro 22, 2007 Pintando o sete
Faz um tempo que minha casa precisa de uma retocada nas paredes. E foi nesse ano que decidi repintar a casa toda.
Não cai nada bem ter um reestudo de Abaporu, da Tarsila do Amaral, numa parede toda suja e com a tinta desbotada.
Passeando por lojas de tintas, descobri algo que promete detonar o mercado de murais.
Como se pode notar na foto acima, a delimitação do mural não é mais a tela magnética, pois esta está camuflada atrás da tinta convencional. A tinta vem com material metálico, que atrai os ímãs e permite que se pinte a cor que deseja em cima dela.
Eu achava que não tinha mais nada a inventar no mercado de tintas, e a cada dia que se passa, fico mais impressionado.
Uma outra tinta que me chama atenção é a chamada tinta-lousa.
A tinta pintada dá um aspecto de lousa, e aceita até o giz convencional. Todavia, lembro de ter visto nos Estados Unidos da América um lápis especial pra essa parede, que não sai com água. Existe um apagador específico pra essa parede também, assim como outras cores de fundo e de lápis.
Pretendo deixar em uma parede para de tempos em tempos treinar a caligrafia e deixar pequenos versos.
PS2: Foto da tinta lousa tirada do sítio da revista Viver Bem. Comentário(s): Quinta-feira, Janeiro 18, 2007 Fora de forma
Alguém lembra das dores que passaram? E das que ainda permanecem? E as que ainda estão por vir?
Ano passado não foi nem um pouco fácil para mim. Foi um ano que eu batalhei atrás de dinheiro pra poder conseguir um carro para manter a firma do meu pai aberta, e voltei a fazer o que eu prometi a mim mesmo não fazer, e abrir mão de muitas vaidades.
Não reclamo de ter voltado a ser dj, de ter saído do país, ter feito desde recepcionista, professor de aula particular, babá de cachorro e ainda ser intérprete e tradutor.
Muitas dores vieram de eu ir contra o que eu planejava, e muitas dificuldades apareceram ao longo do caminho, e convenhamos, que era muito mais fácil eu ficar na mesmice com apenas algumas aulas semanais.
Abri mão da academia, de amizades de longa data, de não me sujeitar às desmerecimentos profissionais e ainda lutar por alguns míseros trocados visando ajudar meus pais a sobreviverem.
Incrivelmente foi um ano que mulher não foi tão importante na minha vida. E foi a partir desta ausência que eu senti algo inesperado e que reforçou muito a minha teoria sobre o amor: amar é um verbo intransitivo.
Depois dos 17 anos, eu nunca amei ninguém a ponto de dizer eu te amo. Eu dizia para fazer média, compactuar um sentimento a ponto de manipular a pessoa perto, mas nunca a ponto de achar a presença vital. Por isso sempre foi mais fácil eu terminar em vez de terminarem comigo. Causei dores e não nego. Gerei muita raiva alheia e asco concomitantemente, mas não me arrependo.
E foi nessa volta à academia que me trouxe o melhor exemplo do amor: sentimentos enraizados e fora de forma machucam mais quando voltam.
Quem já treinou a parte de musculação sabe muito bem ao que refiro. É uma maravilha ficar com o corpo todo torneado, poucas gordurinhas saltando no espelho, e trilhões de olhares e suspiros marcados pelos passos dados. Músculo é ingrato; ficar alguns dias sem treinar basta para que recompense essa ausência de treinamento com dores pós-treino. Quem nunca viu um freqüentador de academia morrendo de dores após um treino de musculação dois a três dias após? (o que as dores musculares não fazem a gente divagar. hahahaha)
Amar é um sentimento que pode ter ficado no passado, e quando volta a bater em nossos corpos vem de uma forma eufórica, contagiante, inebriante, e regado a muitas qualidades. Muitas vezes trazem sintomas físicos como taquicardia, frio na barriga, sudorese, entre outros. Quando ela esfria, aí sente-se o quanto estava fora de forma, dores estourando pelo corpo todo, imobilizando cada membro, latejando a cada tentativa de movimento.
O arrependimento traz imediatamente a ira, que explode de forma violenta e muitas vezes tornam as atitudes totalmente irracionais. Se em vez de reagir contra o amor, continuasse a praticá-lo, as dores por estar fora de forma dificilmente voltariam. E a cada incentivo e desafio ao amor, o seu aprimoramento é cada vez mais pontual, delineando e torneando a ponto de suspirar por cada pulsação dada.
Quando Fräulein rejeitou Carlos, ela não pediu para que deixasse de amar, mas sim que mantivesse o amor vivo e que o praticasse sempre. Quando o sentimento se arraigar em pessoas fixas, ela vicia, não aprimorando o desenvolvimento, impossibilitando melhorias nos rendimentos sentimentais.
Por isso, amar pode ser a chave para todas as soluções, como para todos os problemas. Todos têm essa chave e está nas mãos de cada um a forma em que se pretende usá-la. Se não ama há tempos, tente voltar. E quando voltar, não pare, mantenha vivo e condicionado para poder usufruir cada momento.
PS: Cris, no momento eu ainda não tenho forças pra te matar, mas deixa-me voltar a ficar em forma. Se queria judiar de algum aluno como nunca fizestes, realizou a façanha perfeitamente. Sem bíceps, peitoral e deltóides posteriores. hehehe
PS2: Não incentivo a promiscuidade, nem a traição. Para amar, não é necessário contato físico ou sexual. Ou será que estou errado? hahahaha
PS3: Letra de Ian van Dahl - Movin' on. Hit das casas noturnas de 2006 dessa loira belga e deliciosa que não é cerveja. hehehehe A música hit de 2007 dela no Brasil é Just a Girl, que foi no Summer Trance Festival 2006.
PS4: Isso daria outro post. Indescritível rever os amigos e professores do Anália, Kansas e do Morumbi. Só de revê-los, já perdi 3 quilos dos 8. hahahahaha Comentário(s): Terça-feira, Janeiro 02, 2007 Flós e contras
Imaginar que tudo começou com uma mera curiosidade. Uma mera fantasia por mechas ruivas. De dimensões descontroladas, dando nos acessos viciantes de hoje.
O ponto inicial de tudo isso foi uma página de uma pessoa famosa hoje: Mari Moon.
Seu ar de faz de conta com as mechas de cabelos vermelhos me fez clicar por um bom tempo suas fotos. E como Alice no País das Maravilhas nunca foi a minha personagem favorita, e sim Jasmine, do Alladin, eu a traí com outro link favorito dela.
Depois que parei de acessá-la, veio Fabi Toledo. Ela era conhecida no mundo virtual como Elle Woods. Não tenho a mínima idéia de como ela saiu do ar, mas creio que a net tenha trazido incômodos a ela.
Outra que conheci por tabela da Fabi Toledo foi a Letícia Flores, que vira e volta, como toda aquariana, retira todas as fotos do ar, e muda o site do fló. Ela é linda também, mas haviam outros motivos pelo qual eu acessava: palavras. Ela tem um domínio peculiar das palavras, o que provia um prazer sem fronteiras ao ler os textos reflexivos dela.
Ligia Cesário de Moraes foi uma moça que eu usei uma foto dela para um de meus textos. Na época eu escrevia muitíssimo bem. E a foto dela era a cara do meu texto. Creio que o texto permanece, mas a foto eu apaguei devido ao limite de 10 MB estipulados pelo domínio deste bló.
A foto é da Ligia, mas do seu ambiente de trabalho. hehehe
O mundo não é um ovo, mas sim aquele pedaço de ar presente dentro dele. Priscila Jammal foi uma pessoa que eu vi no Canal Futura. Ela estava sendo repórter de um programa e eu tava com o MP3, correndo num transport. Parei para admirar uma loira de parar o trânsito e que por acaso acompanho seus trabalhos aqui e acolá e toço para que consiga tudo o que almeja. Se eu tivesse metade da perseverança dela, hoje eu já seria biliónário.
Para quem é apaixonado por pés... a foto preferida que eu vi dela.
As duas Anas a seguir, eu não me lembro de onde vieram, mas lembro muito bem como me hipnotizaram.
Ana Shaw é uma moça linda linda linda, até quando usa óculos de grau. Sabe provocar quando quer, e deixa os homens aos pés dela quando quer. Basta espiar uma foto dela numa festa a fantasia ou uma quando ela fez um book, na fase loira de sua vida.
Alô? Tudo bem? Faz tempo que não conversamos...
Ana Carolina Tramontini não precisa de palavras. Um suspiro por foto publicada. Jeito de menina, sedução de mulher grande.
Olha só a carinha de anjo.
E para completar os 7, deste número mágico deste ano, uma modelo linda de dar inveja. Josiane Girardelo. Eu gosto do ar descontraído dela, e do jeito que encara a vida. Tá aí um dos poucos flós que não carregam no Photoshop. Também, quem disse que ela precisa desse recurso pra ficar linda?
Tubo bem, escolhi uma editada. Mas quem se importa?
Existem mulheres que nasceram pra ficar buzinando em nossas orelhas, cobrando coisas supérfluas o tempo todo, e outras que unca dizem nada, nunca cobram, e vêm por meio de fotos melhorar o dia que foi exaustivo. Agradeço aos seus pais por vos tornarem tão lindas e inspiradoras.
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